DEPUTADO CAPOREZZO (PL)
Discurso
Legislatura 20ª legislatura, 3ª sessão legislativa ORDINÁRIA
Publicação Diário do Legislativo em 20/03/2025
Página 67, Coluna 1
Indexação
13ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA 3ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA 20ª LEGISLATURA, EM 18/3/2025
Palavras do deputado Caporezzo
O deputado Caporezzo – Boa tarde, presidente. Boa tarde, colegas deputados estaduais. Dizem que a sensação térmica histórica foi registrada no Rio de Janeiro, neste domingo, com uma temperatura de 62,3ºC. Mas acredito que muito mais alta estava a temperatura em Copacabana, neste sábado, às 10 horas da manhã, quando diversos patriotas se uniram sob a liderança do presidente Jair Messias Bolsonaro, para pedir anistia humanitária para os presos políticos do 8 de janeiro. Acredito que o Congresso Nacional, graças à grande articulação política feita pelo presidente Bolsonaro, esteja pronto para conceder essa anistia e atender ao clamor da sociedade brasileira, que foi às ruas: meio milhão de pessoas em Copacabana. Esse é um número realmente significativo e mostra a força da direita neste país.
E o lado de lá? Como fica o lado do Lula? Eu tenho que lembrar que, no ano passado, no dia 1º de maio, houve uma grande articulação política por parte dos petistas, comunistas e esquerdistas para tornar essa data marcante para o Lula. O que aconteceu? Um vexame: menos de 2 mil pessoas, que serviu para um vexame ainda maior quando o “descondenado” chamou a atenção do ministro Márcio Macêdo. Inesquecível, o fracasso deles é inesquecível. E o mesmo aconteceu na data de 5/4/2018, quando a prisão do Lula foi decretada, e uma frente sindical fez uma união de manifestantes na sede dos metalúrgicos. E o número de pessoas que lá estavam é 500, ou seja, para a prisão do Lula, havia 500 pessoas. Detalhe: conforme matéria do jornal O Globo, da UOL e de outros meios, no local havia cerveja, carne e carvão. Eu não sei se eles estavam lamentando a prisão do Lula ou comemorando-a. O que eu sei é o seguinte: não queiram prender o presidente Jair Bolsonaro para fazer um comparativo, porque vocês vão se dar mal. Esse comparativo certamente será colossal, porque o Brasil vai parar se vocês tiverem a ousadia de fazer tamanho absurdo contra um homem inocente.
A gente sabe que querem o presidente Bolsonaro morto, pois quem enfiou uma faca na sua barriga foi um ex-militante do Psol, partido ao qual foi filiado durante sete anos. Nós vamos repetir esse fato quantas vezes forem necessárias para saber que é deste governo do falso amor que saem terroristas que cometem tentativa de homicídio. E acho importante lembrar o que está acontecendo com o deputado Eduardo Bolsonaro, que acaba de dar uma declaração dizendo que permanecerá nos Estados Unidos devido a uma ação do ministro Alexandre de Moraes, que pediu a apreensão do seu passaporte à PGR. A PGR, pelo prazo legal, deveria ter dado resposta em cinco dias, entretanto já se passaram mais de 15 dias, e ele não respondeu. Está totalmente claro que existe um esquema para prender o deputado Eduardo Bolsonaro, mantendo-o no Brasil, para não fazer o trabalho de articulação política internacional, e o seu nome havia sido indicado para a Comissão de Relações Exteriores.
Sabem o que é interessante? A esquerda é tão suja, é tão hipócrita, é tão cara de pau que se esquece, por exemplo, de que quem já ocupou a presidência da Comissão de Relações Exteriores foi Jô Moraes, ex-deputada federal por Minas Gerais, que foi presa na época do regime militar e que foi anistiada. Também ocupou o cargo de presidência o esquerdista Aloysio Nunes, que foi senador e motorista de ninguém mais, ninguém menos que o terrorista Carlos Marighella. Mas, para a esquerda, nessa época estava tudo normal. Dois anistiados. Mas agora a esquerda é contra a anistia. Por quê? Porque eles são contra o Brasil. E está feio – não é, gente? – pensar em um governo que assumiu, do presidente Jair Bolsonaro, o Brasil com uma inflação de menos de 0,5% ao ano e que, agora, no início do terceiro ano de governo, já entrega uma inflação que está levando o pobre, neste país, a passar fome, uma inflação de 8,2% ao ano. Realmente, o Lula é o pai dos pobres, tanto o é que está multiplicando a pobreza. Todos os alimentos estão mais caros – carne, café, óleo de soja, arroz. Está tudo mais caro. Uma voz foi levantada, na manifestação em Copacabana, que faz todo o sentido do mundo: “Com o Lula, tudo ficou mais caro. Volta, Bolsonaro”.